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Para que os amantes da música possam saborear uma bonita sonoridade, nada melhor do que aprender a tocar o instrumento responsável por essa sonoridade.
Os instrumentos do ambiente popular português, nem sempre são bem vistos pelos músicos profissionais. As principais razões invocadas são a sua deficiente afinação e os seus pobres recursos para executarem determinadas músicas.
Mas, um instrumento popular foi criado para representar um determinado ambiente musical. Ele identifica-se com o pulsar dum povo, onde as suas modas, as canções de trabalho, as festas e romarias e a sua identidade são ilustradas, musicalmente falando. Este pequeno contributo visa dar a conhecer o nosso Cavaquinho, com a sua história, a arte de o tocar, as viagens que fez nas mãos dos nossos emigrantes, os construtores e finalmente a construção deste pequeno grande instrumento.
O Cavaquinho é um instrumento popular, que pode afinar rigorosamente e mediante a afinação que tiver, tocar muitas músicas.
Dentro da sua simplicidade e com a sua afinação mais popular, o Cavaquinho continua a ter a sua verticalidade e quando tocado pelas mãos do povo grita bem alto, como que em sinal de protesto, fazendo frente àqueles que lhe pretendem dar um menor valor musical.
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ARTuna, sinónimo de alegria, canção, amor, dedicação, enfim, uma infinidade de palavras... Porém tenho que confessar que estou muito surpreendido, o grupo é mais unido do que parece, as músicas saiem com uma fluidez e ritmo impressionantes... Obrigado por me deixarem ser o
Magister, mas vocês é que são os Magisters, eu apenas controlo as tropas ehehe, ai ai...nostalgia de um tempo de faculdade que vai acabar, mas o que me conforta é que tenho a Tuna, a ARTuna que ajudei a fundar, e isso ficará perpetuado no meu coração!
Obrigado a todos os que fazem parte deste grupo, os que já passaram, os que ainda vão passar, e obrigado sobretudo aos outros 3 fundadores que comigo começaram a construir este puzzle sem fim...ARTuna!
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"Amores de Estudante" - Versão ESAP "Madalena" "Porto Sentido" Um obrigada a ATITuna, pela força que nos deu, assim como toda a gente que se encontrou presente (e mesmo as que não tiveram).
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"Hoje é dia de comemorar
O samba correu solto,vamos lá
Pandeiro, cavaco, viola, na palma da mão...
(...)
A vida não é tão ruim de se viver
Há sempre momentos de grande prazer
Aqui a alegria é lei a toda hora
Toda tristeza do lado de fora."
Ontem foi dia de comemorar o nascimento de algo genial!
ARTuna nasceu, faz hoje, precisamente 2 meses! Ainda hoje as nossas peças musicais (apesar de muito tocadas e ensaiadas) são inigualáveis.
Quando nasce algo genial,e, neste caso, apesar da nossa (ainda) curta passagem sobre esta terra - 2 meses - acendem-se luzes que nunca mais se apagam, pois tocamos o que de mais belo existe no coração do ser humano!
A sensibilidade e o desejo de ser melhor podem ser despertados, pois a arte, neste caso a música, é uma das formas de trazer ao de cima qualidades escondidas.
E isto, é pertencer à ARTuna.
"O clima que reina é a paz e a união..:"
Parabéns ARTuna!
Parabéns a nós*
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E mais um dia completo de ensaio. O entusiasmo e a força de vontade cada vez nos acompanha mais. O mais engraçado e se calhar, mais enriquecedor, é que (como já referi no post anterior) dando importância e valor à tarefa a que nos propomos, acabamos por descobrir talentos em nós próprios dos quais nunca pensamos que iriamos atingir.

O nossos homens e nossa mulher dos 2/3 instrumentos (daqui a pouco sao dos 7 instrumentos). Temos Artistas :D* (Fábio, Luís, Fabi)
E para terminar em grande, visto a tarde ter sido aproveitada para se ensaiar só os instrumentos, aqui fica um cheirinho do que foi o treino das pandeiretas. *
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................Amizade
............garRa
............moTivação
................União
.........EmpeNho
..........confiAnça
O pertencer à ARTuna, leva a que tenhamos orgulho. E vocês perguntam: “como se consegue ganhar esse orgulho?” Isso agora...
No entanto, o nosso crescimento não provem de palavras destrutivas ("Ah isto está tudo mal, vocês cantam mal, tuna mista não dá, etc") e quando há discordância, esta que seja uma oposição construtiva e leal. No entanto, a responsabilidade na Tuna considera-se mais individual: cada tuno, cada um de nós deve contribuir para a Tuna em si e isso faz com que desenvolvamos em nós um carinho especial por aquilo em que nos estamos a envolver, empenhar e a tornar. Assim, quanto mais orgulho tivermos ao pertencer à ARTuna, melhor e mais respeitada ela será, o que ajuda a criar ainda mais orgulho, tudo isso num processo de feedback positivo pelo qual vale a pena lutar.
Para terminar, afirmar que pertencemos à ARTuna, fora o pertencermos a este ou aquele curso ou à ESAP,esta afirmação pode ser feita com a maior tranquilidade e orgulho de quem acredita na importância e no valor da tarefa à qual se dedica.

